Conforme Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) emitido pela PETROBRAS, a implantação do Emissário Terrestre do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (COMPERJ), consiste na tubulação que percorre trecho por terra e por mar. Tubulação esta, que vai descartar em local seguro o efluente industrial produzido no complexo petroquímico, e que ocorrerá somente após os devidos tratamentos, conforme preconiza a legislação ambiental vigente bem como, depois de atendidas as rigorosas normas de descarte da própria PETROBRAS.

Para a ESTEIO, os serviços na área do emissário COMPERJ representou atividades de aerolevantamento e de topografia visando levantar feições e informações ao longo do traçado de interesse da faixa do Emissário, num total de 15 km de extensão, ligando o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro, em Itaboraí/RJ até o litoral fluminense.

O desenvolvimento das atividades iniciou com a cobertura aerofotogramétrica em escala nominal 1:6.000, sobre diretriz/traçado de interesse da PETROBRAS, numa extensão aproximada de 15 km, conforme traçado detalhado na cor vermelha na figura esquemática ao lado. Os municípios atravessados pela variante, são: Magé, Itaboraí, São Gonçalo e Maricá no Estado do Rio de Janeiro Da cobertura aerofotogramétrica na escala 1:6.000, resultaram produtos finais como as ortofotos digitais na escala 1:1.000 e imagens que serviram de base para o início dos cadastramentos de propriedades.

Foram realizadas também atividades de cadastramento de propriedades em outras duas Variantes: uma delas denominada Variante Parque Iriri (Escola Emílio Gebara) e a outra denominada Variante Pio XII (Estrada Magé-Sto Aleixo), ambas no município de Magé/RJ. Tendo sido executados 450 un de cadastro físico e 230 un de cadastro jurídico.

Em atendimento às exigências contratuais, as atividades de cadastramento de imóveis contaram com Plano de Comunicação específico que estabeleceu uma profissional de Comunicação Social no sentido de gerar uniformidade de linguagem entre os cadastradores e demais técnicos de campo envolvidos no diálogo com a comunidade atingida pela obra.

Os dados coletados em campo foram enviados para a sede da ESTEIO, em Curitiba/PR, para processamento e quantificação das áreas atingidas pela faixa do Emissário. As informações coletadas em campo foram inseridas em um banco de dados cadastral específico da PETROBRAS e seguiram também, normas e padrões estabelecidos pelo contratante.

A finalização dos serviços se deu com a entrega do banco de dados cadastral e plantas cadastrais em escala 1:1000, sobre as quais foram espacializadas as informações coletadas em campo.