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Estudos para o Aproveitamento Hidrelétrico de Simplício para FURNAS

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Localização do Empreendimento

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Ortofotocarta Digital

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Detalhe da Ortofotocarta Digital

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Imagem Hipsométrica na Escala 1:1.000

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Imagem Hipsométrica na Escala 1:2.000

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Produto Final Combinando o Mapa Hipsométrico com Curvas de Nível

O aproveitamento hidrelétrico SIMPLÍCIO-QUEDA ÚNICA é um projeto de FURNAS Centrais Elétricas S.A., em parceria com a Construtora Norberto Odebrecht S.A., Desenvix S.A., Alstom Brasil Ltda. e Construtora Andrade Gutierrez S.A.

O empreendimento abrange os municípios de Sapucaia e Três Rios (Rio de Janeiro) e Além Paraíba e Chiador (Minas Gerais) e terá potência instalada de 324,8 MW. O conjunto de estruturas contará com cinco reservatórios, 29 km de túneis, canais e diques e a área inundada será de 1.198 hectares (o que corresponde a 0,94% de área atingida na totalidade dos quatro municípios).

A sua implantação afetará 274 famílias, entre outros impactos ambientais, que serão minimizados com programas ambientais previstos no EIA/RIMA, cujo orçamento será de R$ 150 milhões, correspondente a 15% do que vai ser investido na Usina.

Entre as várias ações, esses programas incluem manejo dos peixes, área de preservação ambiental permanente, construção de estações de tratamento de esgoto, relocação do lixão de Chiador, para tirá-lo da proximidade da calha do rio Paraíba do Sul, relocação das rodovias e ferrovias adjacentes ao projeto.

Com o objetivo de produzir informações cartográficas para subsidiar o projeto, foram realizados serviços aerofotogramétricos em uma área de aproximadamente 450 km², que deram origem a ortofotocartas digitais e mapas hipsométricos, com curvas de nível, em várias escalas.

Serviços Aerofotogramétricos nos Estudos do AHE Simplício-Queda Única

Dando início ao cumprimento dos serviços contratados foi realizada uma cobertura aerofotogramétrica na escala 1:25.000, com câmera métrica com distância focal nominal de 153 mm e uso de filme colorida. O planejamento estabeleceu a cobertura com faixas justapostas com 60% de superposição longitudinal e 30% de superposição lateral.

Com o uso de receptores GPS e tendo como base de referência o Vértice SAPUCAIA da rede de marcos geodésicos de FURNAS e do IBGE, foi realizado o apoio fotogramétrico, com o objetivo de referenciar os serviços realizados ao Sistema Geodésico Brasileiro, tendo como Datum Horizontal o SAD-69.

As referências altimétricas foram estabelecidas a partir de nivelamento geométrico, apoiado em RRNN´s do IBGE, tendo como Datum Vertical o Marégrafo de Imbituba - SC. O processo de aerotriangulação ajustou todas as informações fotogramétricas, permitindo a realização da ortoretificação das imagens digitalizadas e a geração das ortofotos digitais.

As ortofotocartas digitais foram geradas na escala 1:10.000, com dados marginais e elementos de identificação e localização compatíveis com a escala, como nomes de rodovias, ferrovias, acessos, municípios, localidades, rios e algumas propriedades de grande porte.

Perfilamento a LASER nos Estudos do AHE Simplício-Queda Única

O uso do sensor laser aerotransportado ALTM2025 foi utilizado para a captação dos dados altimétricos do serviço. A cobertura foi realizada a uma altitude média de 1.550 m, com parâmetros estabelecidos para se obter uma varredura com 1 ponto / m².

A base de apoio geodésico dos levantamentos do sensor laser foi à mesma base cartográfica, ou seja, o vértice SAPUCAIA. Desta forma, foi possível controlar e compatibilizar todos os dados levantados e os diversos produtos gerados a partir dos mesmos.

Os dados captados foram processados, classificados automaticamente e posteriormente verificados através de procedimentos fotogramétricos em estações digitais. A massa de pontos final ainda sofreu um controle de qualidade externo, com a comparação de pontos de controle altimétricos medidos em campo.

Os dados altimétricos aprovados foram dando origem aos produtos finais contratados, como o MDE (Modelo Digital de Elevação) que era consistido de todos os pontos captados pelo sensor laser e deram origem aos mapas hipsométricos, combinados com a intensidade do sinal do sensor laser, para produtos nas diversas escalas contratadas (1:1.000, 1:2.000 e 1:5.000).

Os dados classificados do sensor laser deram origem ao MDT (Modelo Digital do Terreno), que consistia da massa de pontos classificados e identificados como na superfície (terreno) e geraram as curvas de nível, nas equidistâncias de 1m e 2m, de acordo as áreas específicas de estudo. Ainda foram identificadas algumas curvas especiais, sendo a curva de nível com cota 253,7 como a cota de desapropriação, a curva de nível com cota 251 como nível d'água máximo e o limite de área de proteção permanente.

Os mapas hipsométricos (combinados com a intensidade) foram apresentados com as curvas de nível, dados marginais e elementos de identificação e localização compatíveis com as diversas escalas de representação. Compuseram ainda os produtos uma malha de coordenadas planas UTM referenciadas ao Sistema de Referência Geocêntrico para as Américas (SIRGAS2000), já atendendo ao processo de transição da cartografia gerada de SAD-69 para SIRGAS2000. Ainda foi realizada a transformação dos produtos para o sistema de projeção local LTM (Local Transversa de Mercator), com o meridiano central igual a 42°30".

Resumo dos Produtos

  • Fotografias em papel fotográfico na escala 1:25.000;
  • Fotoíndice da cobertura aerofotogramétrica na escala 1:100.000;
  • Ortofotocartas na escala 1:10.000;
  • Modelo Digital de Elevação (MDE);
  • Modelo Digital do Terreno (MDT);
  • Mapas Hipsométricos na escala 1:1000 e curvas de nível com equidistância de 1m;
  • Mapas Hipsométricos na escala 1:2000 e curvas de nível com equidistância de 1m;
  • Mapas Hipsométricos na escala 1:5000 e curvas de nível com equidistância de 2m.

 

Página mantida por Márcio Miguel Tavares
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