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ESTEIO On Line 006 ESTEIO On Line é um serviço gratuito distribuído por e-mail e produzido pela equipe da ESTEIO Engenharia e Aerolevantamentos S.A. Seção ORIENTAÇÃO EXEMPLO DE PROJEÇÕES PROJEÇÕES USUAIS Dentre a variedade de projeções existentes para determinados propósitos, as projeções azimutais e conformes são as mais conhecidas e utilizadas em várias representações do globo terrestre. POSICIONE O MOUSE SOBRE AS IMAGENS E AGUARDE ALGUNS INSTANTES PARA VISUALIZAR UMA VERSÃO ANIMADA DE CADA PROJEÇÃO ... AZIMUTAL EQUIDISTANTE A Projeção Azimutal Equidistante não é uma projeção perspectiva. Todas as direções ou azimutes do centro da projeção são verdadeiros para a forma esférica e para alguns elipsóides. As distâncias medidas a partir do ponto de tangência estão em verdadeira escala e o centro da projeção é o único local onde a distorção é nula. BONNE A Projeção de Bonne representou um papel significante no mapeamento topográfico em grande escala do século 19. Isto começou com sua adoção na França em 1802. Mais tarde, em outros países europeus como a Áustria, Hungria, Bélgica, Dinamarca, Itália, Holanda, Rússia, Espanha, Suíça, Escócia e Irlanda. Os paralelos são espaçados de acordo com o esferóide e a escala está em verdadeira grandeza ao longo do meridiano central e todos os paralelos. Usada para mapear o hemisfério Norte. ESTEREOGRÁFICA A evidência mais antiga de uso da Projeção Estereográfica está nos escritos De Architectura do autor romano e arquiteto, Vitruvius (88-26 AC). A primeira grande descrição sobre a projeção foi de Claudius Ptolomeu (150 DC) que escreveu extensivamente sobre ela no trabalho conhecido como o Planisphaerium. A escala aumenta substancialmente a medida que existe afastamento do centro da projeção. Usada comumente em mapas das regiões polares ou regiões centradas em algum ponto de interesse do globo terrestre. MERCATOR Os meridianos são igualmente espaçados e não são convergentes e os paralelos se afastam a medida que se atinge as latitudes altas. Usada na navegação pois as direções angulares são representadas por linhas retas. MERCATOR OBLÍQUA Uma vez que esta projeção é a variante oblíqua da Projeção de Mercator Regular, ela mantém quase todas as propriedades da projeção normal. Sua característica marcante é dois meridianos representados por linhas retas separadas de 180°. Foi usada pelo USGS em sua forma esférica para alguns atlas do Hawaii, Indias Ocidentais e Nova Zelândia e para mapeamento de órbitas dos satélites Landsat 1, 2 e 3 até ser substituída pela Mercator Oblíqua Espacial.
POLICÔNICA Desde quando US Geological Survey entrou em operação em 1879 e começou a emitir mapas, a projeção policônica foi a única projeção usada naquela agência para os mapas topográficos até a metade do século 20. O uso intenso desta projeçào pelas agências americanas influenciaram o seu uso em vários atlas comerciais do século 19 que continham mapas dos Estados Unidos, Canadá, América do Norte, Ásia e Oceania. A Projeção Policônica de Hassler (figura) é universal para uma determinada figura da terra (esferóide ou elipsóide), empregando características úteis de escala. A projeção é verdadeiramente escalada ao longo do meridiano central e ao longo de cada paralelo. Não é nem conforme nem equivalente e só está livre de distorção ao longo do meridiano central. Portante, seu emprego é apropriado para regiões de extensão norte-sul predominante. ROBINSON A Projeção de Robinson foi criada para melhorar as características de projeções existentes como a Mercator. É uma combinação das situações positivas de várias outras projeções resultando em distorção mínima da maioria das massas de terra do globo. A Antártica é bem distorcida e as massas de terra mais ao norte também sofrem distorção, mas esta projeção é considerada a de melhor representação do tamanho e forma dos países e continentes.
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