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Tecnologia GPR
O GPR (Ground Penetrating Radar) ou GEORADAR, como também é conhecido é
um método geofísico de investigação, que basicamente consiste na emissão
contínua de ondas eletromagnéticas no solo. Parte destas ondas é refletida
nas estruturas ou objetos em profundidade. Os sinais são emitidos e recebidos
através de uma antena disposta na superfície do terreno.
O GPR, assim com diversos equipamentos de pesquisa, foi inicialmente desenvolvido
para fins militares na segunda grande guerra. Era utilizado para localizar armas,
bombas e galerias subterrâneas.
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Após muitos anos de desenvolvimento, atualmente o GPR é considerado o equipamento
mais sofisticado para sondagens e investigações de baixa profundidade.
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É amplamente aplicado nas seguintes áreas:
Geologia
Geotecnia e Engenharia
Meio Ambiente (Determinação de fluídos contaminantes)
Levantamentos de Estradas e Pontes
Arqueologia
Identificação de tubulações
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GSSI (Geophysical Survey Systems) SIR-3000
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GSSI (Geophysical Survey Systems) SIR System-2000
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Suas principais vantagens são:
- Possibilidade de executar perfis contínuos do solo
- Rapidez e baixo custo nos levantamentos, se comparado a sondagens e ou escavações, que geralmente são estudos pontuais.
- Resultados rápidos e de alta resolução
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É um método não destrutivo, ou seja em locais onde há vegetação, não é necessário
à derrubada de árvores e em cidades, evita o inconveniente de obras, trincheiras, etc.
A penetração do sinal de radar está condicionada primeiramente pelas propriedades elétricas
dos terrenos, condutividade e permissividade elétrica (constante dielétrica).
Portanto locais onde ocorrem materiais de baixa condutividade, o sinal de radar pode
atingir profundidades superiores a 50 metros. Por outro lado, argilas condutivas e
água podem reduzir sensivelmente a penetração do sinal de radar a profundidades
inferiores a 1 metro.
A freqüência do sinal emitido também contribui diretamente para uma maior ou menor
penetração e resolução do método.
Freqüências maiores (400 – 2500 MHz) possibilitam maior resolução em sacrifício de uma
maior penetração, que pode ser obtida pela emissão de freqüências menores (10 – 200 MHz).
Os resultados dos trabalhos de investigação com o GPR representam cortes verticais do subsolo,
permitindo assim individualizar a presença de materiais metálicos, topos rochosos, tubulações,
cabos, cavidades, empilhamento estratigráfico e anomalias em geral.
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ATUALMENTE...
O GPR transformou-se em uma ferramenta importante na localização de tubulações e cabos enterrados. Evitar interferências enterradas existentes
é um pré-requisito para toda a implantação de novos empreendimentos. O GPR fornece dados para a avaliação de novos traçados e identificação de
obstáculos enterrados. O planejamento antes da escavação reduz custos e evita imprevistos no momento da implantação da obra.
Esta metodologia de identificar a subsuperficie do terreno está crescendo rapidamente. Envolve a posição de elaborar plantas sistemáticas das
interferências enterradas dentro de uma área geográfica. A informação é gravada em uma base de dados para os projetos futuros. O papel do GPR é
eficiente pois pode posicionar tubulações plásticas, de concreto e metálicas.
A exploração com GPR é limitada pela condutividade e pela composição do solo. Felizmente, a maioria das tubulações e de cabos são enterrados em
profundidades rasas e o GPR pode detectar uma boa variedade dos materiais.
Veja algumas aplicações de GPR (em PDF):
Túneis e Galerias
Tubos e cabos
Veja alguns artigos sobre a tecnologia GPR (arquivo em PDF mas compactado com a extensão EXE devido ao seu tamanho em bytes para facilitar o download):
GPR for Geotechnical Aplications (1,43 MB)
GPR Applications in Engineering, Environmetal Management and Geology (838 KB)
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