{"id":2390,"date":"2017-05-19T14:59:27","date_gmt":"2017-05-19T14:59:27","guid":{"rendered":"http:\/\/esteio.com.br\/?page_id=2390"},"modified":"2022-05-31T19:34:00","modified_gmt":"2022-05-31T19:34:00","slug":"furnas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.esteio.com.br\/en\/executados\/perfilamento-laser\/furnas\/","title":{"rendered":"Estudos para o Aproveitamento Hidrel\u00e9trico de Simpl\u00edcio para FURNAS"},"content":{"rendered":"[IMAGEM_CAROUSEL]\n<p>O aproveitamento hidrel\u00e9trico SIMPL\u00cdCIO-QUEDA \u00daNICA \u00e9 um projeto de FURNAS Centrais El\u00e9tricas S.A., em parceria com a Construtora Norberto Odebrecht S.A., Desenvix S.A., Alstom Brasil Ltda. e Construtora Andrade Gutierrez S.A.<\/p>\n<p>O empreendimento abrange os munic\u00edpios de Sapucaia e Tr\u00eas Rios (Rio de Janeiro) e Al\u00e9m Para\u00edba e Chiador (Minas Gerais) e ter\u00e1 pot\u00eancia instalada de 324,8 MW. O conjunto de estruturas contar\u00e1 com cinco reservat\u00f3rios, 29 km de t\u00faneis, canais e diques e a \u00e1rea inundada ser\u00e1 de 1.198 hectares (o que corresponde a 0,94% de \u00e1rea atingida na totalidade dos quatro munic\u00edpios).<\/p>\n<p>A sua implanta\u00e7\u00e3o afetar\u00e1 274 fam\u00edlias, entre outros impactos ambientais, que ser\u00e3o minimizados com programas ambientais previstos no EIA\/RIMA, cujo or\u00e7amento ser\u00e1 de R$ 150 milh\u00f5es, correspondente a 15% do que vai ser investido na Usina.<\/p>\n<p>Entre as v\u00e1rias a\u00e7\u00f5es, esses programas incluem manejo dos peixes, \u00e1rea de preserva\u00e7\u00e3o ambiental permanente, constru\u00e7\u00e3o de esta\u00e7\u00f5es de tratamento de esgoto, reloca\u00e7\u00e3o do lix\u00e3o de Chiador, para tir\u00e1-lo da proximidade da calha do rio Para\u00edba do Sul, reloca\u00e7\u00e3o das rodovias e ferrovias adjacentes ao projeto.<\/p>\n<p>Com o objetivo de produzir informa\u00e7\u00f5es cartogr\u00e1ficas para subsidiar o projeto, foram realizados servi\u00e7os aerofotogram\u00e9tricos em uma \u00e1rea de aproximadamente 450 km\u00b2, que deram origem a ortofotocartas digitais e mapas hipsom\u00e9tricos, com curvas de n\u00edvel, em v\u00e1rias escalas.<\/p>\n<p class=\"subtitulo\">Servi\u00e7os Aerofotogram\u00e9tricos nos Estudos do AHE Simpl\u00edcio-Queda \u00danica<\/p>\n<p>Dando in\u00edcio ao cumprimento dos servi\u00e7os contratados foi realizada uma cobertura aerofotogram\u00e9trica na escala 1:25.000, com c\u00e2mera m\u00e9trica com dist\u00e2ncia focal nominal de 153 mm e uso de filme colorida. O planejamento estabeleceu a cobertura com faixas justapostas com 60% de superposi\u00e7\u00e3o longitudinal e 30% de superposi\u00e7\u00e3o lateral.<\/p>\n<p>Com o uso de receptores GPS e tendo como base de refer\u00eancia o V\u00e9rtice SAPUCAIA da rede de marcos geod\u00e9sicos de FURNAS e do IBGE, foi realizado o apoio fotogram\u00e9trico, com o objetivo de referenciar os servi\u00e7os realizados ao Sistema Geod\u00e9sico Brasileiro, tendo como Datum Horizontal o SAD-69.<\/p>\n<p>As refer\u00eancias altim\u00e9tricas foram estabelecidas a partir de nivelamento geom\u00e9trico, apoiado em RRNN\u00c2\u00b4s do IBGE, tendo como Datum Vertical o Mar\u00e9grafo de Imbituba &#8211; SC. O processo de aerotriangula\u00e7\u00e3o ajustou todas as informa\u00e7\u00f5es fotogram\u00e9tricas, permitindo a realiza\u00e7\u00e3o da ortoretifica\u00e7\u00e3o das imagens digitalizadas e a gera\u00e7\u00e3o das ortofotos digitais.<\/p>\n<p>As ortofotocartas digitais foram geradas na escala 1:10.000, com dados marginais e elementos de identifica\u00e7\u00e3o e localiza\u00e7\u00e3o compat\u00edveis com a escala, como nomes de rodovias, ferrovias, acessos, munic\u00edpios, localidades, rios e algumas propriedades de grande porte.<\/p>\n<p class=\"subtitulo\">Perfilamento a LASER nos Estudos do AHE Simpl\u00edcio-Queda \u00danica<\/p>\n<p>O uso do sensor laser aerotransportado ALTM2025 foi utilizado para a capta\u00e7\u00e3o dos dados altim\u00e9tricos do servi\u00e7o. A cobertura foi realizada a uma altitude m\u00e9dia de 1.550 m, com par\u00e2metros estabelecidos para se obter uma varredura com 1 ponto \/ m\u00b2.<\/p>\n<p>A base de apoio geod\u00e9sico dos levantamentos do sensor laser foi \u00e0 mesma base cartogr\u00e1fica, ou seja, o v\u00e9rtice SAPUCAIA. Desta forma, foi poss\u00edvel controlar e compatibilizar todos os dados levantados e os diversos produtos gerados a partir dos mesmos.<\/p>\n<p>Os dados captados foram processados, classificados automaticamente e posteriormente verificados atrav\u00e9s de procedimentos fotogram\u00e9tricos em esta\u00e7\u00f5es digitais. A massa de pontos final ainda sofreu um controle de qualidade externo, com a compara\u00e7\u00e3o de pontos de controle altim\u00e9tricos medidos em campo.<\/p>\n<p>Os dados altim\u00e9tricos aprovados foram dando origem aos produtos finais contratados, como o MDE (Modelo Digital de Eleva\u00e7\u00e3o) que era consistido de todos os pontos captados pelo sensor laser e deram origem aos mapas hipsom\u00e9tricos, combinados com a intensidade do sinal do sensor laser, para produtos nas diversas escalas contratadas (1:1.000, 1:2.000 e 1:5.000).<\/p>\n<p>Os dados classificados do sensor laser deram origem ao MDT (Modelo Digital do Terreno), que consistia da massa de pontos classificados e identificados como na superf\u00edcie (terreno) e geraram as curvas de n\u00edvel, nas equidist\u00e2ncias de 1m e 2m, de acordo as \u00e1reas espec\u00edficas de estudo. Ainda foram identificadas algumas curvas especiais, sendo a curva de n\u00edvel com cota 253,7 como a cota de desapropria\u00e7\u00e3o, a curva de n\u00edvel com cota 251 como n\u00edvel d&#8217;\u00e1gua m\u00e1ximo e o limite de \u00e1rea de prote\u00e7\u00e3o permanente.<\/p>\n<p>Os mapas hipsom\u00e9tricos (combinados com a intensidade) foram apresentados com as curvas de n\u00edvel, dados marginais e elementos de identifica\u00e7\u00e3o e localiza\u00e7\u00e3o compat\u00edveis com as diversas escalas de representa\u00e7\u00e3o. Compuseram ainda os produtos uma malha de coordenadas planas UTM referenciadas ao Sistema de Refer\u00eancia Geoc\u00eantrico para as Am\u00e9ricas (SIRGAS2000), j\u00e1 atendendo ao processo de transi\u00e7\u00e3o da cartografia gerada de SAD-69 para SIRGAS2000. Ainda foi realizada a transforma\u00e7\u00e3o dos produtos para o sistema de proje\u00e7\u00e3o local LTM (Local Transversa de Mercator), com o meridiano central igual a 42\u00b030&#8243;.<\/p>\n<p class=\"subtitulo\">Resumo dos Produtos<\/p>\n<ol class=\"breadcrumb\">\n<li class=\"active\">\n<ul>\n<li>Fotografias em papel fotogr\u00e1fico na escala 1:25.000;<\/li>\n<li>Foto\u00edndice da cobertura aerofotogram\u00e9trica na escala 1:100.000;<\/li>\n<li>Ortofotocartas na escala 1:10.000;<\/li>\n<li>Modelo Digital de Eleva\u00e7\u00e3o (MDE);<\/li>\n<li>Modelo Digital do Terreno (MDT);<\/li>\n<li>Mapas Hipsom\u00e9tricos na escala 1:1000 e curvas de n\u00edvel com equidist\u00e2ncia de 1m;<\/li>\n<li>Mapas Hipsom\u00e9tricos na escala 1:2000 e curvas de n\u00edvel com equidist\u00e2ncia de 1m;<\/li>\n<li>Mapas Hipsom\u00e9tricos na escala 1:5000 e curvas de n\u00edvel com equidist\u00e2ncia de 2m.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ol>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[IMAGEM_CAROUSEL] O aproveitamento hidrel\u00e9trico SIMPL\u00cdCIO-QUEDA \u00daNICA \u00e9 um projeto de FURNAS Centrais El\u00e9tricas S.A., em parceria com a Construtora Norberto Odebrecht S.A., Desenvix S.A., Alstom Brasil Ltda. e Construtora Andrade &#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":2347,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-2390","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.esteio.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2390","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.esteio.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.esteio.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.esteio.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.esteio.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2390"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.esteio.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2390\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6420,"href":"https:\/\/www.esteio.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2390\/revisions\/6420"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.esteio.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2347"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.esteio.com.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2390"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}